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Aluno do SESI e SENAI se classifica na Olimpíada Brasileira de Inteligência Artificial

Wanderley Martins, de 16 anos, aluno 1º ano do Novo Ensino Médio SESI e SENAI, da Escola SESI Dra. Emina Barbosa Mustafa, foi classificado para a segunda fase da 1ª Olimpíada Brasileira de Inteligência Artificial (Celeritas). O resultado dessa etapa será anunciado na quarta-feira, 18. A competição, realizada totalmente on-line em três fases, envolve conceitos, aplicações e funcionalidades de inteligências artificiais.

Na primeira fase, o estudante resolveu provas e tarefas de programação e aplicação de ferramentas. A prova de múltipla escolha da 1ª fase da Olimpíada, realizada em julho, abordava temas sobre a abrangência da Inteligência Artificial (I.A) no presente e futuro, envolvendo todos os aspectos desde as questões técnicas até as questões éticas.

“Estimulamos a participação dos alunos nessa competição, que é nova, porém já traz a missão de instigar a pesquisa e debate sobre a inteligência artificial e internet das coisas, algo muito atual e necessário na sala de aula”, ressaltou a professora do SESI, Ana Caroline Duarte.

Martins foi desafiado na 2º fase a resolver questões da prova de código em I.A na plataforma on-line de verificação, envolvendo a linguagem de programação em Python. Os aprovados dessa etapa são convidados a adentrar à Sapientia, Olimpíada do Futuro, para desenvolver projetos de I.A. baseados na Agenda 2030 da ONU.

“Faço parte da equipe de robótica no SESI e isso me trouxe um conhecimento de programação que me ajudou dentro da olimpíada. A competição está sendo algo novo e de certa forma também desafiador, porém estou disposto a aprender sempre”, relatou Wanderley Martins, ao reforçar que durante o processo teve suporte importante dos professores. “No contraturno das aulas, eu tive um auxílio muito importante dos professores, até para me preparar a cada nova etapa”.

A Olimpíada Brasileira de Inteligência Artificial é uma competição realizada pelo Instituto Vertere e organizada pela Universidade Federal de Pelotas (RS), que tem como objetivo levar a I.A para o “universo” olímpico. Em sua primeira edição esse ano, os inscritos aprovados para 3ª e última fase serão desafiados a desenvolver um projeto real de I.A e são tutorados pela Hub de I.A da parceria de Celeritas (UFPEL).

“Independentemente da carreira, área de atuação e interesse dos alunos, a inteligência artificial está presente na discussão e nas atividades do dia a dia de todos atualmente. É preciso trazer mais para perto esse tema que já não faz parte só do futuro, está cada vez mais presente no mundo atual”, disse Duarte.

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